O ano de 2026 promete ser um período de altíssima intensidade de eventos na Itália, capaz de combinar espetáculo e identidade, grandes cidades e territórios “menos óbvios”, turismo internacional e tradições locais que resistem ao tempo. Entre a volta dos grandes festivais, os calendários culturais das capitais da arte e um megaevento esportivo pronto para redefinir o posicionamento dos Alpes italianos no cenário mundial, o país se prepara para viver doze meses de enorme atratividade.
Em 2026, a Itália vai se apresentar ao mundo como uma mistura perfeita de:
• grandes eventos globais (com Milano Cortina liderando),
• capitais culturais que renovam sua narrativa,
• turismo de experiência cada vez mais desejado,
• identidade pop e tradição transformadas em linguagem contemporânea.
Um ano em que viajar não será apenas “ver” a Itália, mas sentir a Itália: nas praças, nos festivais, nas montanhas, nas noites de verão e nos grandes rituais coletivos que transformam um evento em memória.
Top eventos na Itália em 2026 imperdíveis
Milano-Cortina 2026 (Olimpíadas e Paralimpíadas de Inverno)
Por que ir: a Itália estará no centro do mundo, conectando esporte, design, hospitalidade e o imaginário alpino.
Dica: reserve com bastante antecedência e considere bases alternativas (como Bergamo, Brescia, Trento, Belluno) para economizar e se locomover melhor.
Carnaval de Veneza (fevereiro)
Por que ir: é o carnaval mais cinematográfico da Itália, entre máscaras, palácios e uma atmosfera única.
Dica: fique pelo menos 2 noites e acorde cedo: Veneza “vazia” pela manhã faz parte da experiência.
Carnaval de Viareggio (fevereiro)
Por que ir: sátira, cultura pop e carros alegóricos gigantes, aqui o carnaval é espetáculo de massa.
Dica: para um fim de semana completo, combine Viareggio + Lucca (mais tranquila e lindíssima).
Carnaval de Ivrea (fevereiro), Batalha das Laranjas
Por que ir: um ritual coletivo, energia intensa e uma tradição única na Itália.
Dica: leve roupas “de batalha” e organize bem a logística (Ivrea funciona muito bem com base em Turim).
Vinitaly (Verona, abril)
Por que ir: o grande templo do vinho italiano , negócios, degustações, tendências e networking.
Dica: reserve hotel fora do centro (região do Lago di Garda ou Vicenza) e prefira o trem para evitar trânsito.
Salone del Mobile + Milano Design Week (abril)
Por que ir: Milão vira um grande palco urbano: eventos, instalações, festas e criatividade por toda parte.
Dica: escolha uma área “fácil” para se hospedar (Porta Romana, Isola, Città Studi) e planeje o roteiro por bairros, não “no improviso”.
Internazionali d’Italia (Roma, maio)
Por que ir: tênis e lifestyle: Roma se mostra elegante, esportiva e cosmopolita, sem exageros.
Dica: combine com um roteiro “Roma verde”: Foro Italico, Villa Borghese, Ponte Milvio ao pôr do sol.
Bienal de Veneza (Arte/Arquitetura conforme calendário 2026)
Por que ir: uma das experiências culturais mais fortes e inspiradoras da Europa.
Dica: visite em dias de semana, escolha uma hospedagem mais “local” (Cannaregio ou Giudecca) e aproveite Veneza à noite.
Festival dei Due Mondi (Spoleto, junho/julho)
Por que ir: arte e beleza na versão “Itália perfeita”: vilarejos, teatro, música e uma atmosfera premium.
Dica: reserve 3 dias e use Spoleto como base para um mini tour pela Úmbria (Trevi, Montefalco, Assis).
Estate Romana (junho até agosto)
Por que ir: cinema ao ar livre, shows e eventos: Roma no verão é um caos poético e irresistível.
Dica: evite os horários centrais e viva como um romano: noite longa, bairros como Testaccio e Pigneto, gelato e caminhadas.
Umbria Jazz (Perugia, julho)
Por que ir: um dos festivais mais icônicos, com energia internacional e cenários maravilhosos.
Dica: faça um “upgrade” da experiência: durma em um agriturismo e suba para a cidade para os shows (mais relax, menos stress).
Palio de Siena (2 de julho e 16 de agosto)
Por que ir: não é apenas um evento: é uma liturgia coletiva, identitária e poderosa.
Dica: para viver de verdade, chegue dias antes: as contrade e a tensão pré-corrida são metade do encanto.
Festivais de verão na Puglia (julho/agosto)
Por que ir: música, praças e um mediterrâneo contemporâneo: a Puglia é “cool”, mas segue autêntica.
Dica: evite dormir só nas localidades mais famosas: use bases como Ostuni, Monopoli, Lecce e se mova de carro.
Mostra de Cinema de Veneza (setembro)
Por que ir: glamour, cinema, moda e uma atmosfera de jet set europeu.
Dica: mesmo sem convite, dá para sentir o evento: escolha hotel no Lido ou no centro e curta Veneza no seu melhor “dress code”.

